sábado, 23 de abril de 2011

Alguns Registros de quando tudo começou para mim...


A primeira tentativa de decolagem R/C. Local: campo da Figueira em Eugenópolis. Avião Canary 25 de fabricação caseira, nacional, corpo de pita, tanque de lâmpada queimada com rolha de cortiça, motor Magnum 45 e rádio Futaba 4 canais Atack...
Que subiu, subiu..... mas, só isso, rsrsrsrsr..

Aqui um seleto grupo de pretendentes a pretendentes de aprendiz de manicaca... Franz, Clebinho e a minha pessoa!


Outra tentativa de decolagem, dessa vez com o Canary 25, mas a asa feita pelo Clebinho, com o avião batizado de Benetton.
O cabeludo aí em baixo sou eu, na corrida para lançar o avião na mão....
Local, agora, na estrada com campo da Figueira em Eugenópolis.
Detalhe ínfimo: cerca de arame dos dois lados.
Já imaginaram no que deu, né????

Aqui o Clebinho decola o seu heli com um mini motor glow que subia na vertical uns 300 metros e depois descia na alta rotação e parava aonde o vento desejasse... (ô correria!!!!)


Aqui, bem no começo, voando VCC num dos morros da cidade de Eugenópolis. Todos sabem que a pista de VCC é um círculo.
Pois é, aqui, a pista era apenas a metade do círculo e a outra metade era essa aí da foto.
Ou seja, sorte nossa se o motor apagasse da metade que tinha pista.....
Mas não deu zebra!!!!!

Aqui a nossa primeira esquadrilha VCC. Na frente o Canary 25 "de banda" como resultado da entrada na cerca da estrada. A lado, pendurada na parede a asa dele (coitado!)
Na minha mão um VCC - Pronto 20 que no primeiro voo girou tanto que eu caí para um lado e ele para o outro (sorte minha!) No banco um Manicaca com motor Sassi 15 no nariz. Em baixo do banco, uma experiência com o isopor numa imitação de Piper. Esse as galinhas da minha mãe comeram ele todo. O vermelho foi outra experiência feita pelo Franam com pita.
Todos os VCC's voaram.


Éeee... eu já me meti a voar heli, rsrsrsrsrsrsrs....

Um Kalt S Baron 30 que o Evandro da Aerokit empurrou no meu irmão, (rsrsrsrsrs...) e eu fiz essa "aranha" aí, amarrada no solo com uma corda de uns 80cm para tentar os primeiros voos com asas rotativas.



Só não decolou porque estava amarrado....... Breve eu posto mais!!!!!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Estais no grupo de cauda: reforço estrutural antivibração.

Um elemento de grande importância que deve ser utilizado nos aviões de maior porte, é o escoramento (estal) da estrutura de cauda.
Esse elemento proporciona, além da rigidez da estrutura como um todo, um "alívio" nas vibrações que são causadas pelos motores movidos a gasolina, evitando a fadiga de material precoce.
O ideal é o uso de estais em todas partes do avião (A,B,C e D, no desenho abaixo) que formará um conjunto satisfatório.
O material a ser utilizado poderá ser os cabos de pescaria facilmente encontrados em lojas especializadas nesse ramo, bem como cordas de violão, guitarra, ou mesmo o cabo de aço das notas mais finas de piano.
O nylon deve ser evitado por conta de sua dilatação com o calor.
Não só nos "grandões" o uso desse elemento é importante, como também nos aviões de qualquer tamanho, desde que não comprometam o peso final do modelo, em se tratando de elétrico.
Até porque, existe hoje no mercado a fibra de carbono em várias espessuras para essa finalidade.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Opa, opa, opa.... Parei ainda não, Pilotos... Explico:


Comandantes, como estou recebendo um monte de contatos com gentis convites pra voar em várias pistas da região, resolvi explicar porque ando sumido dos "ares" por esses tempos:

Primeiro por conta do cansaço de estrada que encaro semanalmente pra garantir o alimento dos passarinhos, rsrsrsrsrs... (Deve ser a idade mesmo!!!!) Afinal de contas são 380 km por semana;

Aí chega no final de semana não estou querendo nem ver carro....

Tudo o que está a mais de 2 metros da minha cama é muiiiiiiiiiiito longe!! (É! É a idade mesmo!!!!)

Segundo, custos: pra voar no Muriaero, onde sou considerado mais que "da casa" porque os Pilotos de lá toleram a minha já famosa "arrogância", além da bocarra "mardita", eu gasto em torno de 90 reais, só de combustível, se eu voar todo final de semana.

Somando-se a isso a mensalidade que é necessária pra que se mantenha o conforto e qualidade da área como é a do Muriaero, o custo fica ainda mais alto pra eu voar, já desanimado pelo cansaço da semana.

E, já que não tenho interesse em eletrificar minhas máquinas, resta-me, então, dar uma "geral" no hangar pra que o material não se deteriore sem, ou até mesmo por falta de uso.

Daí, negociarei alguns pássaros para garantir espaço e, pra não parar de vez, entrarei na modalidade das "asas rotativas gasolinadas" que, sem dúvida, me poupará deslocamento pra pistas mais distantes, sempre que eu não esteja disposto a ir a mais de 2m da minha cama, kkkkkkkkk...

Mas é isso!!!! Por hora, ainda não parei!!!

E estarei por aqui, em QAP pra todos que necessitarem do pouco que sei desse sensacional esporte!!!

Grande abraço, BONS VENTOS e que o Piloto Maior abençoe a todos nós!!!!!

Silvinho Agostini 

Vaccum former: técnica caseira.




Extraídas do site www.aeromania.pt, as dicas acima são muito boas para os construtores de plantão que queiram experimentar a técnica do vaccum former de forma caseira.