sexta-feira, 15 de abril de 2011

Essa é para os engenheiros de plantão! ENVENENANDO UM MOTOR!

Vocês já pensaram naquele motor usado que ainda tá dando um caldo, mas bem que poderia ser "melhorado"?

Pois é, tá aí uma dica do Ivan Plavetz, piloto de helicópteros, que envenenou o motor O.S. 61 SX-H do seu heli em agosto/98, e, como todo aeromodelista que tem "metanol na veia", repassa a informação a quem queira experimentar, e "de grátis":


"Veneno no Motor
Autor: Ivan Plavetz 08/98


Este teste foi realizado com o motor O.S. 61 SX-H que equipava o helicóptero do próprio autor da matéria.


Retirando a camisa do motor e com uma ferramenta Dremel, desbastei cerca de 0,5 mm cada um dos buracos, remontei o motor e o coloquei de volta no helicóptero.
Ansioso, corri para o Aeroporto de Ijuí (RS) verificar se houve alguma melhora. Sim, "pero no mucho"! Voltei para casa e refiz o trabalho, aumentando só mais um pouquinho os dois buracos, com medo de danificar o motor com a Dremel. Reinstalei o motor no helicóptero e voltei depressa ao aeroporto. Ficou melhor, porém, ainda muito abaixo do rendimento dos helicópteros dos competidores que eu já me acostumara a encontrar em provas internacionais usando o mesmo equipamento. Que fazer?
Matutei, matutei! Passaram-se uns tempos e decidi radicalizar. Arrisquei mexer outra vez no motor, mas, desta vez, abri o máximo possível a abertura de saída do escape. Com a Dremel, desbastei os buracos até que ficassem com a mesma altura do buraco de escape do bloco do motor. Recoloquei tudo no helicóptero e fui mais uma vez fazer o teste. Supimpa!
Finalmente, meu motor apresentou o mesmo rendimento que eu tanto via nos bons helicópteros dos competidores de ponta! Não sou um especialista em motores, por isso, não me perguntem com base em que teoria esse truque funciona. Mas que funciona, funciona!
Hoje eu mexo em todos os motores que uso. Antes de instalá-los no helicóptero, a primeira coisa que faço é tirar o cabeçote, puxar a camisa e retificar as saídas de escape. Até hoje, todos os motores desse tipo e marca nos quais fiz a retífica do escape apresentaram bom rendimento. Até fiz um teste, usando dois helicópteros iguais, ambos motor O.S. 61 SX-H, um deles, mexido por mim mesmo e, o outro, com camisa e pistão preparados pela Nelson, dos EUA. Falo sério: não notei a mínima diferença de rendimento entre os dois!


sábado, 9 de abril de 2011

Neoprene no pescador, ao invés do Tygon.



Há algum tempo, venho testando em meus aeros, o Neoprene da Du-bro como alternativa para as mangueiras internas no tanque de combustível dos aeros com motores movidos a gasolina, ao invés do tradicional Tygon amarelo.

A questão é que, se não voarmos sempre o avião "gasolinado", as mangueiras de Tygon que ficam dentro do tanque têm a tendência de enrijecer e, com isso, o pescador, após meio tanque, mais ou menos, por estar rígido, fica fora do combustível em manobras como o voo de dorso, por exemplo.

E, por consequência, o motor apaga.

A idéia do Neoprene se deu por conta do tubo de gasolina de motores de roçadeiras, motos, ou outros motores que têm em sua linha de alimentação esse material e estão sempre flexíveis.

Até agora, eliminei o problema dos "apagões" do meu Azulão 2, após meio tempo de voo, apenas trocando a mangueira do pescador.

Nas linhas de alimentação e suspiro/"ladrão", poderá ser utilizado, normalmente, o Tygon, até mesmo pela transparência dessas mangueiras.

Na foto acima, imaginemos um tanque de gasolina adaptado: 3 tubos em borracha própria para gasolina, com dois pescadores:

O pescador pontilhado serve para o abastecimento/desabastecimento de combustível;

O pescador em primeiro plano, para a linha de abastecimento (tanque carburador);

O terceiro tubo, dobrado para cima, é o suspiro ou ladrão, que servirá para indicar tanque cheio e manter a vazão de combustível (entrada de ar).

As mangueiras utilizadas nesses pescadores deverá ser de Neoprene.

Pode-se melhorar a fixação das mangueiras nos tubos, pela parte interna da borracha de vedação do tanque, utilizando-se do arame que vem amarrando cabos, sacolas, peças (o que vem com uma capinha plástica externa) para prender as mangueiras a esses tubos, retirando-se, contudo, a capinha plástica que envolve esses araminhos.

Taí mais uma dica! Querendo, anote!

domingo, 3 de abril de 2011

Uma homenagem especial, rsrsrsrs... a minha roçadeira!!!!





Esse ano ela faz 15 anos de trabalho por aqui, e em algumas áreas da região, "arrumando" as pistas de voo dos meus e dos nossos passarinhos...
15 anos.... e só uma revisão!!!!
PARABÉNS a ela!!!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dica de montagem interessante!

Extraída do manual de montagem do Stinger .46, que estará de volta ao mercado no mês de junho, aqui, por essas bandas, a dica de montagem dos horn's de comandos de profundor, aileron's e leme são muito importantes, por conta de melhorar a eficiência do sistema.
São detalhes que, na maioria das vezes, deixamos passar por conta da tão ansiosa montagem para a máquina voar...

Vale à pena observar: (CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)


A idéia é manter os furos das peças alinhados com a área de conecção das partes, ou seja, a área onde se dará o movimento.

ANOTE AÍ!!!!